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Quando se faz necessário o tratamento endodôntico?


A partir do momento  que o paciente entra no consultório já se começa o diagnóstico. Saber quando começou a dor, a frequência, seu tipo e sua intensidade identificarão o limiar da dor desse indivíduo.  Por isso, o diagnóstico é a essência da estruturação do plano de tratamento endodôntico.


Quando o paciente entra no consultório deve sempre priorizar-se o dente que está doendo, ainda mais quando essa dor for espontânea, ou seja, quando não há qualquer estímulo e o dente continua a doer.
Sendo assim, a dor espontânea é um sintoma que, nesse dente, há a necessidade do tratamento de canal. Outro sintoma é que o dente  pode não ser sensível (não doer) ao frio quando submetido a testes de vitalidade pulpar, pois, nestes casos, a polpa já está necrosada e os nervos perdidos. O normal seria em um dente saudável ocorrer uma dor que logo passa após o estímulo ao frio. Já se ocorrer dor com estimulação pelo teste de calor, o dente também precisará tratar canal. O teste com frio em que ocorre a dor e essa demora a passar, o dente pode estar com pulpite (inflamação da polpa). Neste caso, deve-se realizar um procedimento denominado de Pulpotomia, em que remove-se a polpa somente da porção coronária. 
Quanto aos sinais, a presença de cáries muito profundas e extensas, lesões e/ou fraturas, assim como fístulas e abcessos são indicativos de tratamento endodôntico.

Quando este não é realizado corre-se o risco de uma extração dentária ou até mesmo de infecções mais severas que vão ser explicadas em próximos posts. Desta forma, é importante procurar um profissional e realizar o tratamento de canal quando este se fizer necessário, afinal ninguém quer ficar morrendo de dor de dente não é mesmo?

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